Para o profissional trancista, conhecer a fundo os tipos de tranças e suas especificidades técnicas é o que diferencia um trabalho comum de um acabamento de alta performance. Neste guia técnico, detalhamos as variações mais procuradas e as melhores práticas de execução.
1. Box Braids (Tranças Soltas)
As Box Braids são caracterizadas por divisões geométricas (quadradas, triangulares ou em diamante). Tecnicamente, a durabilidade depende da firmeza na base e da escolha do material sintético (Kanekalon ou Jumbo). É essencial orientar a cliente sobre a assepsia do couro cabeludo para evitar tração excessiva.
2. Tranças Nagô (Cornrows)
A técnica Nagô consiste em tranças rasteiras feitas rente ao couro cabeludo. O diferencial técnico aqui é a simetria das divisões e a alimentação constante de fibra para manter a espessura uniforme do início ao fim da trança. São ideais para criar desenhos artísticos e mapas capilares.
3. Twist (Senegalese Twists)
Diferente da trança de três pontas, o Twist utiliza apenas duas mechas enroladas entre si. Exige uma técnica de torção específica para que não desenrole. É uma excelente opção para clientes que buscam um visual mais leve e com textura diferenciada.
4. Gypsy Braids e French Curl
Estas são variações modernas onde as pontas ou partes da trança ficam soltas e cacheadas. Tecnicamente, requerem cuidado redobrado na selagem das pontas para garantir que a parte trançada não se solte enquanto o cacho permanece definido.
Dominar esses tipos de tranças permite ao profissional oferecer um catálogo variado e personalizado para cada tipo de fio e necessidade da cliente.